Gulosos!
Olá princesas!!
Aconteceu tanta coisa enquanto estive ausente, e ainda há tanto para acontecer...
Primeiro a Gala!
Sim, a gala da escola está quase aí, bem como o fim do 12º ano. O adeus a estes 12 anos de puro estudo e cansaço psicológico e emocional que pelo que dizem, afinal é canja quando comparados com a universidade.
Não, eu não estou preparada para este grande passo, se é o que querem saber, mas fico altamente moralizada quando me lembro que deixarei todas estas pessoas podres para trás.
O lado positivo é que tenho um vestido lindo de morrer... no segredo dos deuses claro, não vão as "amigas do costume" usurpar o meu momento de glória.
E... houve treta outra vez, como seria de esperar. Aliás como é habitual neste lugar espetacular!
Ora vejamos: gulosos. Provém da palavra Gula. Gula, que na idade média (e ainda hoje) é considerada um dos 7 pecados capitais. Estou condenada a reinar ao lado de Satanás ao que parece.
A situação começa quando organizamos eventos semanais para conseguir angariar dinheiro para a Gala da escola, que é sobrevalorizada (lamento a sinceridade), sendo comparada aos Óscares cá da micro-vila.
Mas como dizia, angariamos dinheiro ao vender bolos, sumos, crepes, fizemos festas de Natal e no S. Valentim. Achámos justo tirar o dinheiro do nosso bilhete do total de euros feitos, porém nem quanto é para receber dinheiro a nossa turma está de acordo.
Quando a representante da turma nos perguntou quem queria receber ou não, parte das pessoas disseram que não, e as que disseram que sim, receberam uma parte, visto que não chegava para o valor total do bilhete. Claro que as amigas do costume foram fazer queixinhas à professora que anda a organizar o evento e foi convocada uma reunião para ontem.
Note-se que nós tivemos de devolver o dinheiro que nos foi entregue, que nem chegava à totalidade do bilhete, bem como outras turmas que já o tinham à mais tempo, pelo que as queridas não nos puseram só a nós em xeque, mas também ao restante 12º ano.
Agora, está tudo sem conseguir olhar para a cara delas (como seria de esperar) e as fofas continuam de cabeça erguida como se tivessem salvo a pátria dos tiranos gulosos.
De lembrar que nesses eventos de angariação de dinheiro, as pessoas que pediram o dinheiro do seu bilhete fizeram bolos, rissóis, também trouxeram sumos, mas na maioria das vezes fizeram coisas caseiras de boa vontade. As eruditas chupistas sempre fizeram grandes discursos, comparáveis aos de César, contudo acabavam sempre por trazer dois ou três saquinhos de pipocas ou um saco de gomas. Queremos comparar o preço de fazer um bolo de chocolate ou iogurte caseiro a um pacote de pipocas de marca branca?!
É... a revolta está maioritariamente aí. Pior ainda: quando nessa reunião convocada à ultima da hora a professora explicou o que lhe tinham ido dizer, soubemos que tinham adulterado a verdade dos factos; o que já não seria a primeira vez, visto que já fiquei mal-vista na escola devido a elas. Pelo menos agora todos sabem a podridão que são.
Oh, mas nem tudo é mau! Daqui a algumas semanas vamos numa viagem de cruzeiro. Só gente boa, resíduos sólidos ficam em terra, o navio não permite a entrada da Peste Negra... nem DST.
Vamos a Pompeia, Nápoles, Florença, Nice e voltamos. Passamos a Páscoa fora e com amigos, o que me parece muito giro; não que não goste da companhia da minha família, só que na verdade nós não ligamos muito à Páscoa, é mais o Natal que faz abalar as estruturas lá de casa.
Bom, a tenda está armada. Adoraria mandar-vos uma foto do meu vestido, mas não me apetece acabar assim com o meu anonimato e quem sabe se eu depois não conto por aqui como correu o cruzeiro?
É tudo desta vez. Fiquem bem;
Kika Colibri
Aconteceu tanta coisa enquanto estive ausente, e ainda há tanto para acontecer...
Primeiro a Gala!
Sim, a gala da escola está quase aí, bem como o fim do 12º ano. O adeus a estes 12 anos de puro estudo e cansaço psicológico e emocional que pelo que dizem, afinal é canja quando comparados com a universidade.
Não, eu não estou preparada para este grande passo, se é o que querem saber, mas fico altamente moralizada quando me lembro que deixarei todas estas pessoas podres para trás.
O lado positivo é que tenho um vestido lindo de morrer... no segredo dos deuses claro, não vão as "amigas do costume" usurpar o meu momento de glória.
E... houve treta outra vez, como seria de esperar. Aliás como é habitual neste lugar espetacular!
Ora vejamos: gulosos. Provém da palavra Gula. Gula, que na idade média (e ainda hoje) é considerada um dos 7 pecados capitais. Estou condenada a reinar ao lado de Satanás ao que parece.
A situação começa quando organizamos eventos semanais para conseguir angariar dinheiro para a Gala da escola, que é sobrevalorizada (lamento a sinceridade), sendo comparada aos Óscares cá da micro-vila.
Mas como dizia, angariamos dinheiro ao vender bolos, sumos, crepes, fizemos festas de Natal e no S. Valentim. Achámos justo tirar o dinheiro do nosso bilhete do total de euros feitos, porém nem quanto é para receber dinheiro a nossa turma está de acordo.
Quando a representante da turma nos perguntou quem queria receber ou não, parte das pessoas disseram que não, e as que disseram que sim, receberam uma parte, visto que não chegava para o valor total do bilhete. Claro que as amigas do costume foram fazer queixinhas à professora que anda a organizar o evento e foi convocada uma reunião para ontem.
Note-se que nós tivemos de devolver o dinheiro que nos foi entregue, que nem chegava à totalidade do bilhete, bem como outras turmas que já o tinham à mais tempo, pelo que as queridas não nos puseram só a nós em xeque, mas também ao restante 12º ano.
Agora, está tudo sem conseguir olhar para a cara delas (como seria de esperar) e as fofas continuam de cabeça erguida como se tivessem salvo a pátria dos tiranos gulosos.
De lembrar que nesses eventos de angariação de dinheiro, as pessoas que pediram o dinheiro do seu bilhete fizeram bolos, rissóis, também trouxeram sumos, mas na maioria das vezes fizeram coisas caseiras de boa vontade. As eruditas chupistas sempre fizeram grandes discursos, comparáveis aos de César, contudo acabavam sempre por trazer dois ou três saquinhos de pipocas ou um saco de gomas. Queremos comparar o preço de fazer um bolo de chocolate ou iogurte caseiro a um pacote de pipocas de marca branca?!
É... a revolta está maioritariamente aí. Pior ainda: quando nessa reunião convocada à ultima da hora a professora explicou o que lhe tinham ido dizer, soubemos que tinham adulterado a verdade dos factos; o que já não seria a primeira vez, visto que já fiquei mal-vista na escola devido a elas. Pelo menos agora todos sabem a podridão que são.
Oh, mas nem tudo é mau! Daqui a algumas semanas vamos numa viagem de cruzeiro. Só gente boa, resíduos sólidos ficam em terra, o navio não permite a entrada da Peste Negra... nem DST.
Vamos a Pompeia, Nápoles, Florença, Nice e voltamos. Passamos a Páscoa fora e com amigos, o que me parece muito giro; não que não goste da companhia da minha família, só que na verdade nós não ligamos muito à Páscoa, é mais o Natal que faz abalar as estruturas lá de casa.
Bom, a tenda está armada. Adoraria mandar-vos uma foto do meu vestido, mas não me apetece acabar assim com o meu anonimato e quem sabe se eu depois não conto por aqui como correu o cruzeiro?
É tudo desta vez. Fiquem bem;
Kika Colibri



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