Take a chill pill, darling
Olá, olá princesas!
Quem está interessada num gossipzinho? Gossip é sempre bom, nem sei porque perguntei, não é verdade?!
Indo direto ao assunto: há bife outra vez pelas redondezas, porém como estamos próximos ao S. Valentim começarei pela razão mais carnal da semana.
Como já referi aqui várias vezes, eu sou uma pessoa muito espôntanea, que fala imenso e por vezes, um pouco alto, e compreendo que incomode os outros, não o faço de propósito; peço apenas para os que estão há minha volta me peçam para diminuir o tom, de um modo educado claro. Não é para dizer algo do tipo: "Dá pra falar mais baixo, estás a incomodar-me. Nem consigo ouvir a professora!"
Lamento, sei que pode parecer educado, mas vindo de uma pessoa que passa o dia a fazer risinhos idiotas e a revirar tanto os olhos que parece que de 30 em 30 segundos está a ser possuída, tenho é vontade de gritar; fazer da sala de aula um palco de Ópera italiana!
Já para nem falar que a dita cuja gosta tanto de mim, como eu gosto dela. Posso estar a milhas de distância e já está a bufar com a minha presença no espaço escolar.
Melhor! Descobrimos que num passado muito recente, perdeu a virgindade. Tudo bem até aí, o corpo é dela, não meu. O probleminha é quando alguém se passa a meio de uma aula, quando estamos a discutir algo e faltam-nos ao respeito. A partir desse mesmo momento os argumentos válidos por parte da querida são nenhuns. Ou é "Take a chill pill" (sim, é muito erudita; ei de lhe responder em francês só para ver a cara de enjoada) ou melhor, muito melhor e mais recente que é algo como... digamos... "Isso é mas é falta de sexo!" contudo dito de uma maneira tão requintada que até é dificil lembrar. Alguém precisa de lhe dizer que ela acabou de descobrir o orgasmo, não a pólvora!
Abre as pernas e pensa que já é a maior lá do bairro!
Adiante: A viagem de finalistas é daqui a dois meses e esta semana o professor pediu-os para preencher um papel com os nossos nomes por quarto. Cada quarto do cruzeiro (sim, viva à ostentação, fofas!) tem quatro camas. Eu fiquei com duas colegas minhas e fomos as penúltimas a pôr o nome. Como o número de camas é à conta para todas as raparigas, decidimos esperar e ver quem nos calhava, podia ser alguém que conhecêssemos.
É... parece que houve drama. Pelos vistos um grupo de amigas tinha combinado ficar junto; tiveram de ocupar um quarto, meio de outro e uma delas ficou connosco. A única que ficou sem as amigas. Tudo bem, eu ficava triste, por numa viagem tão espectacular não poder partilhar o espaço com pessoas de minha confiança, mas a birra da fofa deu cabo de mim: "Se é pra ser assim, prefiro nem ir!" Ficávamos todos felizes: nós as três com mais espaço e privacidade e ela não tinha olhar para as nossas caras lindas!
Eu nem sei se ela reparou que nós estávamos mesmo ali atrás, entendem?! Para além do mais ela é aquela rapariga que nós passamos pelos corredores e dizemos "Uau! Nem num milhão de anos conseguiria fazer uma maquilhagem assim!", pelos vistos a maquilhagem não faz dela uma pessoa tão espectacular quanto imaginámos...
Próximo!
Esta semana pareceu um mês, principalmente com a ajuda do TPM. Sendo desbocada como sou, o meu humor estava bastante hostil, portanto qualquer pergunta para mim é a 3º Guerra Mundial, principalmente quando vem de gente que geralmente me incomoda imenso.
Com o S. Valentim, aproveitamos para ganhar uns trocos para ajudar na gala com serenatas que alunos compram para chruses, amigos, irmãos... e então lá vamos nós armados em Amálias, Franks Sinatras, Elvis, Kevinhos... é um espétaculo de estrelas já idas, não temos é onde ensaiar. É sempre melhor arranjar uma sala, caso contrário ao ensaiarmos no bar, todos podem ver como está a correr e já não terão de pagar por isso. Pelos vistos sou a única a pensar assim, porque quando uma colega sugeriu praticarmos no bar eu respondi educadíssima (as always) que "Sim! Para então ninguém pagar para ver o que fazemos!" ao que me respondeu "Ain! Não estou a falar contigo!".
Tipo... Querida, isso era uma sugestão para a turma. Eu faço parte da turma, então VAI CHORAR PARA CASA!
Mas é sempre, sempre que alguém lhe responde algo que não gosta a resposta é: "Não estava a falar contigo!"
Nossa Senhora, nem defesas a sério conseguem fazer, estão aqui estão a entregar candidaturas ao Sporting, porque né... mais vale!
E para ultimo: a risada da semana!
Há ali um casalinho de turma que se amava tanto quanto se odeia agora (imenso para que saibam) e ela é ainda muito (como a distancia da terra ao sol) obcecada por ele. Obcecada é sinónimo de doida varrida! Embora me incomode um pouco a situação; posso não gostar muito dela, mas não acho correto isso que o meu colega faz, que é espalhar os podres dela por aí, essa humilhação é péssima, porém quando me responde torto esta pena desaparece logo.
Bem, estava dizer que era doida varrida, e sim, de fonte segura que pelo menos este episódio que vou contar existiu: a querida já tem carta, então disse-lhe que qualquer dia se metia no carro e cometia uma loucura.
Eu ri, lamento.
Ui! Vou meter-me no carro e fazer uma loucuraaa! Troco a gasolina por gasóleo: Tchanã!
É assim irmãs, se é para se apaixonarem por um rapaz e perderem desta forma a vossa dignidade, é preferível continuarem em casa a ver Netflix enquanto comem gelado de morango.
Esta semana parece-me que tenha sido tudo. Se algo mais acontecer eu virei para aqui contar, porque eu tenho de desabafar com alguém e porque não os milhares de pessoas que a internet tem que eu nunca vi na minha vida?!
Muito amor, chocolate e... ignorem o S. Valentim, para os que são solteiros crónicos como eu;
Kika Colibri.
Quem está interessada num gossipzinho? Gossip é sempre bom, nem sei porque perguntei, não é verdade?!
Indo direto ao assunto: há bife outra vez pelas redondezas, porém como estamos próximos ao S. Valentim começarei pela razão mais carnal da semana.
Como já referi aqui várias vezes, eu sou uma pessoa muito espôntanea, que fala imenso e por vezes, um pouco alto, e compreendo que incomode os outros, não o faço de propósito; peço apenas para os que estão há minha volta me peçam para diminuir o tom, de um modo educado claro. Não é para dizer algo do tipo: "Dá pra falar mais baixo, estás a incomodar-me. Nem consigo ouvir a professora!"
Lamento, sei que pode parecer educado, mas vindo de uma pessoa que passa o dia a fazer risinhos idiotas e a revirar tanto os olhos que parece que de 30 em 30 segundos está a ser possuída, tenho é vontade de gritar; fazer da sala de aula um palco de Ópera italiana!
Já para nem falar que a dita cuja gosta tanto de mim, como eu gosto dela. Posso estar a milhas de distância e já está a bufar com a minha presença no espaço escolar.
Melhor! Descobrimos que num passado muito recente, perdeu a virgindade. Tudo bem até aí, o corpo é dela, não meu. O probleminha é quando alguém se passa a meio de uma aula, quando estamos a discutir algo e faltam-nos ao respeito. A partir desse mesmo momento os argumentos válidos por parte da querida são nenhuns. Ou é "Take a chill pill" (sim, é muito erudita; ei de lhe responder em francês só para ver a cara de enjoada) ou melhor, muito melhor e mais recente que é algo como... digamos... "Isso é mas é falta de sexo!" contudo dito de uma maneira tão requintada que até é dificil lembrar. Alguém precisa de lhe dizer que ela acabou de descobrir o orgasmo, não a pólvora!
Abre as pernas e pensa que já é a maior lá do bairro!
Adiante: A viagem de finalistas é daqui a dois meses e esta semana o professor pediu-os para preencher um papel com os nossos nomes por quarto. Cada quarto do cruzeiro (sim, viva à ostentação, fofas!) tem quatro camas. Eu fiquei com duas colegas minhas e fomos as penúltimas a pôr o nome. Como o número de camas é à conta para todas as raparigas, decidimos esperar e ver quem nos calhava, podia ser alguém que conhecêssemos.
É... parece que houve drama. Pelos vistos um grupo de amigas tinha combinado ficar junto; tiveram de ocupar um quarto, meio de outro e uma delas ficou connosco. A única que ficou sem as amigas. Tudo bem, eu ficava triste, por numa viagem tão espectacular não poder partilhar o espaço com pessoas de minha confiança, mas a birra da fofa deu cabo de mim: "Se é pra ser assim, prefiro nem ir!" Ficávamos todos felizes: nós as três com mais espaço e privacidade e ela não tinha olhar para as nossas caras lindas!
Eu nem sei se ela reparou que nós estávamos mesmo ali atrás, entendem?! Para além do mais ela é aquela rapariga que nós passamos pelos corredores e dizemos "Uau! Nem num milhão de anos conseguiria fazer uma maquilhagem assim!", pelos vistos a maquilhagem não faz dela uma pessoa tão espectacular quanto imaginámos...
Próximo!
Esta semana pareceu um mês, principalmente com a ajuda do TPM. Sendo desbocada como sou, o meu humor estava bastante hostil, portanto qualquer pergunta para mim é a 3º Guerra Mundial, principalmente quando vem de gente que geralmente me incomoda imenso.
Com o S. Valentim, aproveitamos para ganhar uns trocos para ajudar na gala com serenatas que alunos compram para chruses, amigos, irmãos... e então lá vamos nós armados em Amálias, Franks Sinatras, Elvis, Kevinhos... é um espétaculo de estrelas já idas, não temos é onde ensaiar. É sempre melhor arranjar uma sala, caso contrário ao ensaiarmos no bar, todos podem ver como está a correr e já não terão de pagar por isso. Pelos vistos sou a única a pensar assim, porque quando uma colega sugeriu praticarmos no bar eu respondi educadíssima (as always) que "Sim! Para então ninguém pagar para ver o que fazemos!" ao que me respondeu "Ain! Não estou a falar contigo!".
Tipo... Querida, isso era uma sugestão para a turma. Eu faço parte da turma, então VAI CHORAR PARA CASA!
Mas é sempre, sempre que alguém lhe responde algo que não gosta a resposta é: "Não estava a falar contigo!"
Nossa Senhora, nem defesas a sério conseguem fazer, estão aqui estão a entregar candidaturas ao Sporting, porque né... mais vale!
E para ultimo: a risada da semana!
Há ali um casalinho de turma que se amava tanto quanto se odeia agora (imenso para que saibam) e ela é ainda muito (como a distancia da terra ao sol) obcecada por ele. Obcecada é sinónimo de doida varrida! Embora me incomode um pouco a situação; posso não gostar muito dela, mas não acho correto isso que o meu colega faz, que é espalhar os podres dela por aí, essa humilhação é péssima, porém quando me responde torto esta pena desaparece logo.
Bem, estava dizer que era doida varrida, e sim, de fonte segura que pelo menos este episódio que vou contar existiu: a querida já tem carta, então disse-lhe que qualquer dia se metia no carro e cometia uma loucura.
Eu ri, lamento.
Ui! Vou meter-me no carro e fazer uma loucuraaa! Troco a gasolina por gasóleo: Tchanã!
É assim irmãs, se é para se apaixonarem por um rapaz e perderem desta forma a vossa dignidade, é preferível continuarem em casa a ver Netflix enquanto comem gelado de morango.
Esta semana parece-me que tenha sido tudo. Se algo mais acontecer eu virei para aqui contar, porque eu tenho de desabafar com alguém e porque não os milhares de pessoas que a internet tem que eu nunca vi na minha vida?!
Muito amor, chocolate e... ignorem o S. Valentim, para os que são solteiros crónicos como eu;
Kika Colibri.



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