Livra-te das toxinas!
Aqui estou... outra vez.
Como estão, xuxus? Espero que melhor que eu.
Não sei se sou eu que sou alguém de pavio curto, ou se já nasci psicologicamente estafada: vamos no primeiro mês de aulas e já estou pela ponta dos cabelos com quase metade da turma, e por sinal tenho cabelo comprido!
Sim, mas falaremos em concreto de outra das nossas personagens, uma dessas que também merece o estrelato!
Um amorzinho! Socializar é nome do meio! Amigos por toda a parte de todo o tipo! Enquadra-se em qualquer grupo de qualquer turma. Incrível!
Desabafar com o individuo é bom, reconfortante, afinal de contas é um amigo intimo há já tanto tempo... Só até encontrar alguém de quem gosta mais.
Temos aquelas alturas, em que cada um de nós gosta de uns mexericos de vez em quando; ouvir as novidades da semana é sempre fantástico e ficamos a saber de cada coisa... só não parece tão fantástico quando nos lembramos que esse mesmo caríssimo pode contar os nossos segredos, inseguranças e embaraços ao próximo estranho que aparecer. Muitas vezes arqui-inimigo.
Crescemos e amadurecemos, os gostos mudam-se, as pessoas com que nos damos também. Afastamo-nos sem razão, simplesmente porque essa pessoa já não nos diz tanto; o que não significa que já não nos importemos com ela.
Com esta distância já marcada, pelo que sabemos, vemos e ouvimos, sabemos que essa criatura é polivalente, joga nas duas equipas, é um tipo de joker que já ninguém suporta, mas continua a sorrir-lhe. Umas vezes somos os amores do seu coração, outras vezes somos como desconhecidos, de quem fala mal pelas costas ao primeiros que aparecem, e que depois vem outra vez dar um abraço.
Não é uma atitude que se tenha, que uma pessoa sensata tenha e custa-me dizer isto de alguém que já foi importante para mim. No entanto, se não consegue ser neutro, não se finja de amigo e não finja de inimigo, porque quero saber com o que contar. Matar e amar não dá para se fazer ao mesmo tempo.
É a descrição de alguém tóxico, sim. Não tive confiança suficiente para mandar esse individuo embora sozinha, felizmente desta vez, afastou-se ele mesmo. Foi juntar-se a outros. Era uma amizade desconfortável admito com amargura, contudo é importante para crescermos. É importante perceber o que não queremos no nosso caminho.
Não é bom ter por perto alguém que muitas vezes nos deixa desconfortável, que não sabe guardar um segredo e que não sabe manter a nossa confiança. Não se esqueçam disso. Tu, que me lês, és forte, confiante e não precisas de ninguém para te manteres de pé! Tens de aprender a ficar sozinho, antes de ficar com outra pessoa, e eu sei do que falo. Não é um conselho que se dá a namorados apenas, mas a amigos também. É bom beber da nossa própria companhia, manda as toxinas embora e livra-te desse peso a mais nas tuas costas e consciencia.
Como estão, xuxus? Espero que melhor que eu.
Não sei se sou eu que sou alguém de pavio curto, ou se já nasci psicologicamente estafada: vamos no primeiro mês de aulas e já estou pela ponta dos cabelos com quase metade da turma, e por sinal tenho cabelo comprido!
Sim, mas falaremos em concreto de outra das nossas personagens, uma dessas que também merece o estrelato!
Um amorzinho! Socializar é nome do meio! Amigos por toda a parte de todo o tipo! Enquadra-se em qualquer grupo de qualquer turma. Incrível!
Desabafar com o individuo é bom, reconfortante, afinal de contas é um amigo intimo há já tanto tempo... Só até encontrar alguém de quem gosta mais.
Temos aquelas alturas, em que cada um de nós gosta de uns mexericos de vez em quando; ouvir as novidades da semana é sempre fantástico e ficamos a saber de cada coisa... só não parece tão fantástico quando nos lembramos que esse mesmo caríssimo pode contar os nossos segredos, inseguranças e embaraços ao próximo estranho que aparecer. Muitas vezes arqui-inimigo.
Crescemos e amadurecemos, os gostos mudam-se, as pessoas com que nos damos também. Afastamo-nos sem razão, simplesmente porque essa pessoa já não nos diz tanto; o que não significa que já não nos importemos com ela.
Com esta distância já marcada, pelo que sabemos, vemos e ouvimos, sabemos que essa criatura é polivalente, joga nas duas equipas, é um tipo de joker que já ninguém suporta, mas continua a sorrir-lhe. Umas vezes somos os amores do seu coração, outras vezes somos como desconhecidos, de quem fala mal pelas costas ao primeiros que aparecem, e que depois vem outra vez dar um abraço.
Não é uma atitude que se tenha, que uma pessoa sensata tenha e custa-me dizer isto de alguém que já foi importante para mim. No entanto, se não consegue ser neutro, não se finja de amigo e não finja de inimigo, porque quero saber com o que contar. Matar e amar não dá para se fazer ao mesmo tempo.
É a descrição de alguém tóxico, sim. Não tive confiança suficiente para mandar esse individuo embora sozinha, felizmente desta vez, afastou-se ele mesmo. Foi juntar-se a outros. Era uma amizade desconfortável admito com amargura, contudo é importante para crescermos. É importante perceber o que não queremos no nosso caminho.
Não é bom ter por perto alguém que muitas vezes nos deixa desconfortável, que não sabe guardar um segredo e que não sabe manter a nossa confiança. Não se esqueçam disso. Tu, que me lês, és forte, confiante e não precisas de ninguém para te manteres de pé! Tens de aprender a ficar sozinho, antes de ficar com outra pessoa, e eu sei do que falo. Não é um conselho que se dá a namorados apenas, mas a amigos também. É bom beber da nossa própria companhia, manda as toxinas embora e livra-te desse peso a mais nas tuas costas e consciencia.
Sempre vossa: Kika Colibri



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